Ainda segurando Vinícius com uma mão, Bruno abriu uma gaveta do armário do banheiro e tirou um esparadrapo. Calmamente foi enrolando no corpo do pequeno, que nada podia fazer enquando era mumificado. Ele tentava se mexer, mas não tinha forças. Vinícius foi ficando preocupado porque Bruno estava com um sorriso muito sacana enquanto o enfaixava. E não demorou muito para acabar. Quando estava perto de chegar na cabeça, Bruno rasgou a fita.
-Ah, agora sim!_disse ele rindo._Olha só, você está parecendo um lápis assim! Hahahaha!
Bruno caiu na gargalhada enquanto olhava Vinícius. Quem poderia imaginar que aquele CDF da sala de aula iria virar um bastão branco só com a cabeça do lado de fora? Antes de colocar o plano em prática, Bruno ficou brincando de jogar o pequeno para cima para depois pegá-lo no ar. Para Vinícius aquilo era uma experiência assustadora. Ele não podia se movimentar porque estava bem preso e se sentia como um pequeno objeto imóvel.
-Você deve estar se perguntando porque eu fiz isso com você, não é? Eu vou te explicar. Eu suei demais hoje e to precisando me livrar desse suor..._disse o jovem tirando a camisa do uniforme da escola._Então pensei que você poderia me ajudar! Bota a língua para fora!
Vinícius se recusou, mas só foi Bruno apertá-lo com um pouco de força que ele abriu a boca e mostrou a língua.
-Muito bem, muito bem!
Então Bruno pegou Vinícius como quem pega uma caneta ou algum objeto e passou por baixo das axilas. Sentiu aquela língua pequena e quente passar e gostou da sensação. Para Vinícius aquilo era, além de humilhante, uma tarefa muito difícil porque Bruno estava realmente suado e com um cheiro forte. Mesmo com o desodorante o cheiro do corpo exalava bastante por causa dos hormônios da adolescência. E Vinícius foi lambendo tudo e sentindo aquele cheiro por alguns minutos. Até Bruno pegá-lo para repetir a tarefa no outro braço.
Vinícius estava mais do que cansado e sentia que a língua estava quase seca já. Bruno não se importava e continuava passando o pequenino como se ele fosse uma espécie de desodorante roll-on. Quando terminou, viu que Vinícius estava com o cabelo molhado. E isso foi motivo para mais uma crise se riso.
-Eu não falei que estava suado? Hahaha! Mas tem mais uma parte aqui que você vai adorar sentir o cheiro..._disse, com um meio sorriso.
Bruno deixou Vinícius em cima da pia e tirou a bermuda. Vinícius já entendeu o que era e ficou tentando sair daquela situação. Porém o máximo que conseguiu fazer foi rodar e parar com a cara na frente da pia. Quando foi pego por Bruno viu que ele já estava pelado.
-Quero agora que você lamba e limpe bem aqui ó!_disse Bruno colocando a cara de vinícius na sua virilha.
Ali estava um cheiro forte de homem e Vinícius chegou a sufocar de tão forte que era. Ele só escutava a risada de Bruno e sentiu como um simples brinquedo. Naquela hora se arrependeu de ter mexido na máquina do professor de ciências e ficou se perguntando se existia alguma forma de voltar ao tamanho normal para se livrar daquele garoto perverso. E aquela brincadeira continuou por mais ou menos meia hora, até que Bruno se cansou e decidiu tomar banho.
-Ah, agora sim!_disse ele rindo._Olha só, você está parecendo um lápis assim! Hahahaha!
Bruno caiu na gargalhada enquanto olhava Vinícius. Quem poderia imaginar que aquele CDF da sala de aula iria virar um bastão branco só com a cabeça do lado de fora? Antes de colocar o plano em prática, Bruno ficou brincando de jogar o pequeno para cima para depois pegá-lo no ar. Para Vinícius aquilo era uma experiência assustadora. Ele não podia se movimentar porque estava bem preso e se sentia como um pequeno objeto imóvel.

-Você deve estar se perguntando porque eu fiz isso com você, não é? Eu vou te explicar. Eu suei demais hoje e to precisando me livrar desse suor..._disse o jovem tirando a camisa do uniforme da escola._Então pensei que você poderia me ajudar! Bota a língua para fora!
Vinícius se recusou, mas só foi Bruno apertá-lo com um pouco de força que ele abriu a boca e mostrou a língua.
-Muito bem, muito bem!
Então Bruno pegou Vinícius como quem pega uma caneta ou algum objeto e passou por baixo das axilas. Sentiu aquela língua pequena e quente passar e gostou da sensação. Para Vinícius aquilo era, além de humilhante, uma tarefa muito difícil porque Bruno estava realmente suado e com um cheiro forte. Mesmo com o desodorante o cheiro do corpo exalava bastante por causa dos hormônios da adolescência. E Vinícius foi lambendo tudo e sentindo aquele cheiro por alguns minutos. Até Bruno pegá-lo para repetir a tarefa no outro braço.
Vinícius estava mais do que cansado e sentia que a língua estava quase seca já. Bruno não se importava e continuava passando o pequenino como se ele fosse uma espécie de desodorante roll-on. Quando terminou, viu que Vinícius estava com o cabelo molhado. E isso foi motivo para mais uma crise se riso.-Eu não falei que estava suado? Hahaha! Mas tem mais uma parte aqui que você vai adorar sentir o cheiro..._disse, com um meio sorriso.
Bruno deixou Vinícius em cima da pia e tirou a bermuda. Vinícius já entendeu o que era e ficou tentando sair daquela situação. Porém o máximo que conseguiu fazer foi rodar e parar com a cara na frente da pia. Quando foi pego por Bruno viu que ele já estava pelado.
-Quero agora que você lamba e limpe bem aqui ó!_disse Bruno colocando a cara de vinícius na sua virilha.Ali estava um cheiro forte de homem e Vinícius chegou a sufocar de tão forte que era. Ele só escutava a risada de Bruno e sentiu como um simples brinquedo. Naquela hora se arrependeu de ter mexido na máquina do professor de ciências e ficou se perguntando se existia alguma forma de voltar ao tamanho normal para se livrar daquele garoto perverso. E aquela brincadeira continuou por mais ou menos meia hora, até que Bruno se cansou e decidiu tomar banho.



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Quando o zíper foi aberto, Vinícius quase não enxergou direito por causa da luz forte do banheiro. Então Bruno o pegou com uma mão e passou muito tempo só olhando e rindo. Vinícius tentou se soltar, mas foi pior porque Bruno o apertou.



