sábado, 7 de novembro de 2009

macrofilia 3

Ainda segurando Vinícius com uma mão, Bruno abriu uma gaveta do armário do banheiro e tirou um esparadrapo. Calmamente foi enrolando no corpo do pequeno, que nada podia fazer enquando era mumificado. Ele tentava se mexer, mas não tinha forças. Vinícius foi ficando preocupado porque Bruno estava com um sorriso muito sacana enquanto o enfaixava. E não demorou muito para acabar. Quando estava perto de chegar na cabeça, Bruno rasgou a fita.

-Ah, agora sim!_disse ele rindo._Olha só, você está parecendo um lápis assim! Hahahaha!

Bruno caiu na gargalhada enquanto olhava Vinícius. Quem poderia imaginar que aquele CDF da sala de aula iria virar um bastão branco só com a cabeça do lado de fora? Antes de colocar o plano em prática, Bruno ficou brincando de jogar o pequeno para cima para depois pegá-lo no ar. Para Vinícius aquilo era uma experiência assustadora. Ele não podia se movimentar porque estava bem preso e se sentia como um pequeno objeto imóvel.
-Você deve estar se perguntando porque eu fiz isso com você, não é? Eu vou te explicar. Eu suei demais hoje e to precisando me livrar desse suor..._disse o jovem tirando a camisa do uniforme da escola._Então pensei que você poderia me ajudar! Bota a língua para fora!

Vinícius se recusou, mas só foi Bruno apertá-lo com um pouco de força que ele abriu a boca e mostrou a língua.

-Muito bem, muito bem!

Então Bruno pegou Vinícius como quem pega uma caneta ou algum objeto e passou por baixo das axilas. Sentiu aquela língua pequena e quente passar e gostou da sensação. Para Vinícius aquilo era, além de humilhante, uma tarefa muito difícil porque Bruno estava realmente suado e com um cheiro forte. Mesmo com o desodorante o cheiro do corpo exalava bastante por causa dos hormônios da adolescência. E Vinícius foi lambendo tudo e sentindo aquele cheiro por alguns minutos. Até Bruno pegá-lo para repetir a tarefa no outro braço.
Vinícius estava mais do que cansado e sentia que a língua estava quase seca já. Bruno não se importava e continuava passando o pequenino como se ele fosse uma espécie de desodorante roll-on. Quando terminou, viu que Vinícius estava com o cabelo molhado. E isso foi motivo para mais uma crise se riso.

-Eu não falei que estava suado? Hahaha! Mas tem mais uma parte aqui que você vai adorar sentir o cheiro..._disse, com um meio sorriso.

Bruno deixou Vinícius em cima da pia e tirou a bermuda. Vinícius já entendeu o que era e ficou tentando sair daquela situação. Porém o máximo que conseguiu fazer foi rodar e parar com a cara na frente da pia. Quando foi pego por Bruno viu que ele já estava pelado.
-Quero agora que você lamba e limpe bem aqui ó!_disse Bruno colocando a cara de vinícius na sua virilha.

Ali estava um cheiro forte de homem e Vinícius chegou a sufocar de tão forte que era. Ele só escutava a risada de Bruno e sentiu como um simples brinquedo. Naquela hora se arrependeu de ter mexido na máquina do professor de ciências e ficou se perguntando se existia alguma forma de voltar ao tamanho normal para se livrar daquele garoto perverso. E aquela brincadeira continuou por mais ou menos meia hora, até que Bruno se cansou e decidiu tomar banho.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Conto B parte 10 (fim)

O conto de macrofilia eu vou escrever em breve. Eu estou escrevendo para um amigo, mas ele sumiu :( Por isso estou sem ânimo para continuar. Percebi que tinha esquecido de postar o final do Conto B! Agora está completo!

Conto B parte 10 (final)

Abriram o porta-malas. A claridade fez com que eu fechasse os olhos e, quando vi, os três homens já estavam me levando para cima. Eu subi as escadas ainda amarrado, pulando cada degrau. No caminho, eles ficavam rindo e me zoando:

-Eu acho que esse viado deve ter o cu ainda melhor!

-Vamos ver, porque o outro não deu conta de nada!

Eu procurava o Henrique, mas não sabia onde ele estava. Eles ficaram rindo e me empurraram na cama dos pais do Henrique. Eu cai em cima da cama como uma múmia, pois estava amarrado. Senti que um dos caras começou a afrouxar as cordas, mas era para amarrar em seguida na ponta da cama.

Aproveitei a chance para fugir, mas um dos caras subiu em cima da cama e sentou em cima de mim. Eu estava de bruços e não conseguia levantar com o peso. Estava até difícil de respirar porque o cara era imenso. Não pude fazer nada até eles terminarem de amarrar minhas pernas e mãos na cama.

Arrancaram o resto da minha roupa e ficaram rindo e conversando. Eu implorava para eles pararem, que eu não iria contar nada para ninguém se eles me soltassem lá. E fiquei também preocupado com Henrique porque ele havia desaparecido. Pensei até no pior. Esses caras poderiam ser marginais e, quem sabe poderiam até ter matado o Henrique. Tentei me soltar das cordas, mas elas eram ásperas e queimaram meus tornozelos e pulsos.

Foi aí que senti a cama se mexendo e um dos caras subindo. Pensei que seria enrabado naquela hora, mas o cara foi e me vendou, com algum pano escuro. Continuei gritando, mas eles nem se preocupavam em me amordaçar porque não tinha ninguém ali. Eu comecei a chorar de pânico, até que sentir uma coisa tentando invadir as minhas pernas.

-Agora vai levar vara, putinha. Se prepara!

Gritei ainda mais alto e continuei tentando me soltar, mesmo sabendo que as cordas me machucavam. Quando senti aquele pau quente se aproximando de mim eu fechei os olhos ainda mais e tentei relaxar, para evitar o pior. Foi aí que ouvi uns gritos:

-Pronto, pronto! Pode parar!

Era a voz do Henrique. Ele subiu na cama, tirou a minha venda e ficou rindo da minha cara:

-E aí, escravo? Gostou da encenação? Esses caras são caseiros das casas aqui do lado. Eu contei para eles que você era calouro e tinha que passar por um trote e eles me ajudaram a bolar isso tudo!_confessou, mostrando um pedaço de cenoura que estava perto da minha bunda.

Eu não estava acreditando naquilo tudo. Henrique inventou aquela história cabeluda só para convencer os caras. Eles agora estavam me desamarrando, ainda morrendo de rir da minha cara. Eu limpei as lágrimas e o suor e não disse uma palavra. Ainda não estava acreditando naquilo tudo. Parecia uma pegadinha e de muito mal gosto. Me senti ainda pior por ter ficado preocupado com Henrique, sendo que ele que estava por trás de todo aquele esquema sacana.

Assim que estava solto da cama eu me vesti, peguei a minha mochila e desci as escadas. Os caras continuavam a rir, enquanto Henrique me seguiu, tentando me segurar:

-Pô Bruno, não gostou? Hahaha! Você precisava ver a sua cara quando eles entraram! Hahahaha!

Notei que Henrique estava preocupado porque havia me chamado pelo meu nome e não como escravo, verme ou outros nomes que ele sempre me chamava. Ele segurou no meu braço para tentar me impedir de sair:

-Onde você pensa que vai, hein?

Então eu o empurrei com força. Ele bateu na parede, o que fez com que um quadro fosse derrubado e se quebrasse no chão.

-Me solta, cara!_gritei.
Sai da casa e fui andando pela estrada. Era longe e eu nem sabia onde é que poderia chegar se fosse a pé. De carro demorou um tempo, em pé então seria ainda mais demorado. Só que eu não queria ficar na frente dele e nem olhar na cara de Henrique nunca mais. Fiquei pensando em tudo o que vivemos nos últimos dias, nas humilhações e tudo mais. Eu o obedecia cegamente, mas agora havia passado do limite porque ele fez isso na frente de outras pessoas. Os caseiros não sabiam que eu estava sendo sempre humilhado, mas ele me ofendeu demais com aquilo.

-Volta aqui, Bruno! Se você não voltar eu vou espalhar o seu vídeo pra todo mundo.

Ignorei as ameaças e segui andando. Notei que Henrique parou de gritar meu nome e ficou na casa. Fui andando muito até que vi o carro dele se aproximando. Ele dirigiu próximo de mim e ordenou

-Entra.

Eu fingi que não ouvi e segui. E ele foi me acompanhando nos próximos quarenta minutos. Depois desse tempo eu já estava cansado e, quando começou a chover, eu decidi que seria melhor entrar. Sentei no banco do passageiro e fiquei olhando para a janela para não encarar o rosto dele.



-Pô, como eu ia saber que não ia gostar?

Continuei em silêncio a viagem toda. Quando estava chegando perto da minha casa, ele segurou na minha mão. Eu estava com a mão gelada e ele só soltou quando tinha esquentado a minha. O carro parou perto do meu prédio. Desci e sai sem falar nada. Ainda no elevador vi que ele tinha me mandando uma mensagem no celular:

Desculpa de verdade.

Pensei se eu estava errado, afinal tinha deixado ele fazer tudo aquilo comigo. E na verdade eu ainda estava gostando de quase todas as humilhações. Subi em casa, tomei um banho e dormi porque estava exausto. De noite, o celular registrava várias mensagens que ele me mandava. Só li no dia seguinte. Estava gostando daquela vingança. Será que seria a hora de aproveitar para fazer com que ele passasse por humilhações?

Na semana seguinte, na aula, ele me seguiu até o banheiro.

-Eu gostei muito do que a gente fez e sei que você também gostou. Eu não sabia que você iria ficar tão abalado com aquilo, foi mal cara. Quero que você seja meu escravo para sempre, vamos combinar direito as coisas. A gente dá mó certo...

-Tudo bem, Henrique. Eu acho que errei em ter feito tudo. Você pensou que eu não tivesse limites e...

-Não precisa falar nada._ele me interrompeu._Você não errou, você fez tudo o que eu mandei. E tudo do jeito que eu quis. Quero saber se você topa ser meu escravo pra sempre.

Eu fiquei muito sem graça e excitado com aquilo.

-Isso parece um pedido de namoro! Hehehe!

-É muito mais do que isso, verme!

-Aceito sim, mestre...

Nos beijamos no fundo do banheiro. Ele apagou o video do celular na minha frente, para que eu tivesse confiança nele de novo. Mas não precisava ter feito isso. Ele foi o responsável por sensações inesquecíveis e momentos que eu nunca pensei que poderia viver. Saimos juntos do banheiro diferentes e apaixonados. Mais tarde eu passaria na casa de Henrique porque ele estava "com os tênis sujos demais".

FIM

Obs: obrigado a todos que leram e tiveram a paciência de acompanhar a história mesmo após tanta demora. Sei que provavelmenta a conclusão não vai agradar quem esperava um estupro ou mais humilhações, mas espero que tenham gostado. Bjs
(postado originalmente no orkut no dia 3 de janeiro de 2009)

sábado, 24 de outubro de 2009

macrofilia 2

O tempo demorou para passar, principalmente para Vinícius, que estava dentro da mochila espremido com tênis sujos e meias suadas. Ele tentou sair porque aquele chulé estava o deixando tonto, mas acabou que desistiu por não conseguir abrir o zíper por dentro. Se o cheiro do chulé do Bruno já era motivo de piada por ser o mais forte, abafado dentro de uma mochila era ainda pior. As narinas de Vinícius até ardiam e ele não tinha para onde correr porque todo o espaço estava impregnado com aquele aroma.

Enquanto estava preso, se lembrou da estranha máquina que o professor de ciências havia criado. Curioso, foi mexer mesmo sabendo que era proibido. A última coisa que se lembrava era do raio verde o atingindo e depois as mãos de Bruno o pegando.

Quando a aula acabou, Bruno saiu correndo até o vestiário para pegar a mochila e seu novo brinquedo. Nem prestou atenção na aula porque o que ele mais queria era se divertir com o pequeno Vinícius. Bruno se lembrou de quando Vinícius tirava as melhores notas e decidiu que poderia se vingar de uma vez por todas por causa agora que era maior e mais forte.

Vinícius ficava tentando se segurar onde podia, enquanto ouvia Bruno rindo. Só para sacanear, ele balançava bastante a mochila, fazendo que o Vinícius ficasse mais tonto do que se tivesse em uma montanha russa. Chegando em casa, a primeira coisa que ele fez foi ir ao banheiro do seu quarto (que era uma suíte) e abrir a mochila.
Quando o zíper foi aberto, Vinícius quase não enxergou direito por causa da luz forte do banheiro. Então Bruno o pegou com uma mão e passou muito tempo só olhando e rindo. Vinícius tentou se soltar, mas foi pior porque Bruno o apertou.

-Peraí, acho que você ainda não entendeu a situação! Para você eu sou um gigante. Você é como se fosse um inseto em relação a mim, entendeu?

Vinícius tremeu de medo e acenou com a cabeça.

-É bom que saiba bem como se comportar porque eu não gosto de insetos._disse Bruno, sério._E sabe o que eu faço com insetos que eu não gosto?

Antes que Vinícius pensasse em responder, Bruno começou a apertá-lo. Mesmo com uma só mão, a força parecia que ia fazê-lo explodir. Bruno começou a rir ao ver a cabeça de Vinícius ficando vermelha e ele com os olhos fechados tentando suportar a pressão. Ele podia continuar apertando por muito mais tempo, mas tinha planos melhores. Quando diminuiu a força, Vinícius respirou aliviado, embora estivesse com mais medo.

-Agora você é meu escravo e se prepara porque a partir de hoje você vai ter muito, muito trabalho...

Vinícius estremeceu com aquelas palavras. Não fazia idéia do que Bruno tinha em mente. Mas ele saberia a resposta muito em breve, ali mesmo no banheiro.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

macrofilia 1

CONTO - A história de V
Este conto estou escrevendo para um amigo. Tentarei escrever toda semana um pouco. Não precisa insistir para que eu continue! Espero que gostem! :)

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A história de V - 01

Ninguém sabia como, mas Vinícius havia encolhido. Ficou tão pequeno que podia se passar por um boneco dos Comando em ação tranquilamente. O que ele não sabia é que sua vida se tornaria um inferno quando ele virasse realmente um brinquedo nas mãos de Bruno. Colega de sala de aula, Bruno encontrou Vinícius no chão, no meio das roupas. Ele estava pelado e sem entender nada. Viu aquele gigante lá no alto e, quando se deu conta, já estava nas mãos de Bruno.

-Olha só o que eu achei aqui... Mas peraí, é de verdade?

-Sim! Eu não sei o que aconteceu! Me ajuda!_suplicou Vinícius, pelado.

Bruno deu uma risada que pareceu que ia estourar os ouvidos do pequeno Vinícius. Aí ele percebeu que tinha se metido em um problema daqueles. Antes que pudesse ter alguma outra idéia, Bruno enfiou Vinícius dentro do bolso da calça jeans e foi andando. Vinícius ficou todo espremido naquela calça apertada, sem saber para onde ia. A cada passo que Bruno dava, o pequeno sentia sufocava um pouco, de acordo com a pressão que a perna fazia no tecido.

Depois de um tempinho Vinicius sentiu sem corpo ser puxado para fora. Então olhou a imagem de Bruno rindo novamente.

-Você vai ficar aqui quieto. De noite vou te levar para casa e ver o que farei com você!

Bruno colocou Vinícius dentro de uma mochila de nailon onde ele guardava as chuteiras e meias que usava nas partidas de futebol. Vinícius entrou em pânico quando viu o zíper se fechando e deixando tudo escuro. Mas não foi só isso. Depois Bruno colocou a mochila dentro de um pequeno armário, que pareceu ainda menor quando ele colocou uma bola de futebol em cima. Vinícius escutou a porta do armário sendo fechada e o barulho do cadeado. Então Bruno saiu e foi aproveitar o resto do intervalo. Só buscaria Vinícius depois que a aula acabasse.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

videos do youtube

Eu acho que só gosto de coisas ilegais porque a maioria dos videos que posto aqui o Youtube deleta em seguida! Estranho! Então veja enquanto ainda pode! A maioria envolve pés e é sobre dominação com homens sacanas abusando dos seus escravos ou simplesmente zuando. Melhor impossível!








Pensando bem tem coisa melhor sim! A senha daquele site foot fraternity! XD

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

viagem

meu namorado está viajando e eu fico um tédio só aqui. ele deve voltar terça-feira ou só nas próximas semanas. depende do que ele está achando da chácara onde ele está... enquanto eu vou ao cinema com outros amigos. ainda bem que ele não sabe desse blog porque se ele ler isso iria se sentir ainda mais convencido por saber que sinto a falta dele.

ele disse que ia ficar com saudade de mim, então vamos ver se ele chega logo ...


acho que vou aproveitar esse tempo pra lavar o carro pq ele sempre reclama que está muito sujo. e está mesmo! mas infelizmente não vai ser uma lavagem desse jeito aí da foto de cima não! hehehe precisa limpar por dentro. xau, bjs

sábado, 3 de outubro de 2009

comemoração

Hoje quando loguei aqui vi que o blog tem 100 posts! Então esse daqui é o 101! Muita coisa, hein?